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Prefeito e presidente da Câmara Municipal recebem a nova delegada da Comarca de Itamarandiba

A Delegacia de Polícia Civil da comarca de Itamarandiba, que abrange também os municípios de Aricanduva e Carbonita, passará a ter, a partir do dia 28 de julho, próxima quarta-feira, um novo titular para atender a demanda de aproximadamente 60 mil habitantes. A nova delegada que atenderá a nossa jurisdição chama-se Dra. Andressa Garrido. Ela foi recepcionada com muita alegria pelo prefeito de Itamarandiba, Luiz Fernando Alves, e presidente da Câmara Municipal, Claudinei Fernandes, que fizeram questão de recebê-la, nesta segunda-feira (26), no Gabinete da Prefeitura para dar-lhe boas-vindas.

Natural do Rio de Janeiro, Garrido foi apresentada às autoridades do Executivo e Legislativo itamarandibano pelo delegado regional e pelo inspetor da 2ª Delegacia Regional da Polícia Civil (2ª DRPC), Dr. Felipe Pontual e José Maria Monteiro Godinho, respectivamente.

O prefeito, Luiz Fernando Alves, ressaltou que a chegada de uma nova delegada para a comarca deve ser motivo de comemoração para itamarandibanos, carbonitenses e aricanduvanos, visto a grande importância da profissional para os três municípios que compõem a jurisdição. Na oportunidade, Alves enalteceu e agradeceu a dedicação de algumas autoridades para que a Delegacia de Polícia Civil da Comarca de Itamarandiba recebesse o quanto antes um novo titular. “Segurança pública é coisa séria! Ela merece atenção e nosso empenho para buscar incessantemente profissionais que ofereçam tranquilidade à nossa comarca. Para tanto, a gente tem que contar com parcerias de pessoas comprometidas com nossa região. Nesse sentido, destaco aqui alguns amigos que nos ajudaram com a vinda da Dra. Andressa para Itamarandiba. Faço aqui meus agradecimentos ao deputado estadual, Fabio Avelar, chefe da Polícia Civil de Minas Gerais. Dr. Joaquim Francisco, delegado Dr. Thiago Rocha, delegado Dr. Felipe Pontuale o ex- delegado de Polícia Civil, Dr. Élcio.”. reconheceu Alves.

 

Da redação: Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Itamarandiba

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Covid-19: Equipes de fiscalização da Prefeitura de Itamarandiba realizam ações preventivas e de orientação à população

Com o objetivo de conter a disseminação do novo coronavírus no município de Itamarandiba, a Secretaria Municipal de Saúde, através das equipes da Vigilância Sanitária e da Vigilância em Saúde do Trabalhador e Ambiental, realizou, nos dias 23, 24 e 25 de julho (sexta-feira, sábado e domingo), ações preventivas e de orientações junto à população; em especial aos comerciantes da sede municipal e zona rural.

De acordo com o coordenador da Vigilância Sanitária, Luciano Araújo Santos, os trabalhos começaram na sexta-feira com o deslocamento das equipes para o distrito de Contrato, onde foram feitas orientações ao comércio e bares quanto ao funcionamento e respeito às normas estabelecidas pelo decreto de Nº 4881/21. Além disso, servidores ligados à Vigilância em Saúde do Trabalhador e Ambiental realizaram a distribuição de máscaras e explicaram à população local a importância do uso correto das mesmas, o distanciamento social e a higienização frequente das mãos com álcool em gel ou água e sabão.

O coordenador Luciano explicou, ainda, que no sábado e domingo, os trabalhos se concentraram no atendimento às denúncias realizadas ao setor de Vigilância Sanitária e completou: “Nossas equipes ficaram de prontidão! Recebemos algumas denúncias de aglomerações e com apoio da Policia Militar nos deslocamos à zona rural para realizar as notificações. Além disso, foi feita, no bairro Florestal, a interdição da Praça do Eucalipto.”.   

Vale destacar que as equipes fiscalizadoras estão atuantes e os trabalhos têm sido realizados de maneira incisiva na cidade, distritos e comunidades do município itamarandibano. Para tanto, a Vigilância Sanitária criou uma escala especial de tarefa e plantonistas. Contudo, é extremamente importante que a população seja parceira na fiscalização, podendo ela auxiliar os fiscais com denúncias, anônimas ou não, pelos telefones (38) 3521-3186 / (38) 9.8805-6336, pelo e-mail  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.   ou, ainda, pelo portal eletrônico E-OUV, onde é possível disponibilizar inclusive imagens.

 

Da redação: Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Itamarandiba

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Leonilda Ferreira, cantora riopretana, se destaca em concurso nacional de música

A charmosa São Gonçalo do Rio Preto teve seu nome elevado no cenário musical nacional! Nascida e criada na cidade, Leonilda Ferreira, foi a responsável pelo feito. Com sua musicalidade forte e performance contagiante ela se destacou no concurso promovido pela plataforma digital “eFestival”, a qual é  uma das mais importantes no fomento da cultura musical brasileira. “Loba”, letra e melodia de Ferreira, foi a música apresentada.   

De acordocom Leonilda, o projeto da plataforma tem como missão inovar o cenário musical no Brasil, revelando novos talentos, abrindo caminhos e dando o suporte necessário para que esses artistas possam construir carreiras sustentáveis; e esse foi o combustível para que ela entrasse de “cabeça” na ideia de se inscrever no concurso. “Desde muito cedo escrevo meus poemas. Porém, foi em dezembro de 2020 que compus e musiquei minha primeira música: Rainha do Mar! Desde então não parei mais; compus e musiquei Desencontro, Durma Moça, Reflexo, Rosa e Loba. Outras já estão no forno! Sei que posso, e vou fazer minhas músicas chegarem em todos os confins da terra!”, comentou a artista.

Educadora infantil e empresária na área de hotelaria, Leonilda Ferreira começou na carreira musical em 2015. O pontapé inicial foi com a “Bandaléo”, o grupo se apresentava em bares e restaurantes das cidades vizinhas, bem como em festivais e eventos da região. “Nunca tive medo de palco e microfone. Pessoas me energizam! Quanto maior o público, maior também é meu desempenho.”, diz.

Acesse o link e assista: https://www.youtube.com/watch?v=Q80qtfLlRF4

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Fotógrafo mineiro e poeta paraense se reinventam na pandemia e levam arte a muitos ambientes

Em meio ao caos, às perdas e partidas, há também (re)encontros e descobertas, e no mundo da arte não é diferente. O fotógrafo coutense, Wágner Pena, e o viseuense, Lucas Sousa, são provas disso.

Mineiro, de Couto de Magalhães de Minas, Wágner Pena é fotógrafo autodidata que já teve obras expostas em Belo Horizonte no Centro Cultural Zilah Spósito e no Palácio das Artes; espaço que se caracteriza como o maior centro de produção, formação e difusão cultural de Minas Gerais e um dos maiores da América Latina. Já em Montes Claros, cidade do norte mineiro, sua arte esteve exposta no Centro Cultural Hermes de Paula.

Autor do projeto “Para ter beleza não precisa ter idade”, o qual deu origem à produção de 40 livros artesanais e cujo reconhecimento é estadual, rendeu à Wágner prêmios e reportagens pelas fotografias de sensibilidade inquestionável.

Lucas Sousa é natural de Viseu, município do Estado do Pará, mas há 06 anos mudou-se para Minas Gerais. É bacharel em Humanidades pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e licenciando em Letras Português/Espanhol pela mesma instituição. Lucas tem experiência nas áreas de Estudos Literários atuando principalmente nos temas da literatura brasileira, política, violência, regimes autoritários, história e memória.

O primeirotrabalho que os dois artistas, mineiro e paraense, realizaram juntos, Armário de Despejos, é uma obra que reúne fotografia humanizadora e literatura marginal (ou de resistência). Tal projeto foi aprovado pela Lei Federal Aldir Blanc de apoio a artistas. Os produtos finais foram um curta metragem e uma mostra, que por conta da pandemia, aguarda data para exposição.

O segundo projeto  dos dois, cujo essa matéria de dedica, é o Flora Poética. Inspirados pelo romance de João Guimarães Rosa, “Grande Sertão: veredas” – onde a geografia, os lugares, os rios, as aves e as plantas ganham lugar especial na narrativa -, Wágner e Lucas trazem para a fotografia elementos naturais e paisagísticos da natureza mineira (pedras, plantas, ervas, folhas e, claro, flores).

Segundo o fotógrafo Wágner Pena, o projeto Flora Poética deu a ele a possibilidade de se inovar através da arte, valorizando a flora local, que é muito rica. “Propus-me a desafiar meu próprio processo criativo que ficou estagnado durante parte da pandemia. Com isso consegui dar uma nova roupagem à minha fotografia, tudo por meio desses elementos que estão no cotidiano do mineiro; seja na cozinha, no quintal, nos jardins e que por muitas vezes me passavam despercebidos.”, confidenciou.

Já Lucas Sousa explicou ser Flora Poética a confirmação do carimbo pela qualidade nos trabalhos que ambos propõem executar na arriscada trajetória de fazer artístico, no difícil amparo de projetos artísticos e culturais pelas políticas de incentivo aos artistas e no reconhecimento por parte do público. “Flora Poética é uma ideação literário/fotográfico que escapa dos padrões dos projetos que estamos acostumados a ver. Por trazer uma abordagem da imagem humana diferente, o medo nos acompanhou no início, mas depois ficamos seguros do que estávamos nos propondo a criar e o resultado foi magnífico.”, comemorou Sousa.

A   primeiraleva de produção dos quadros da série fotográfica já está acontecendo em São Paulo e a obra inicial já foi vendida para uma compradora na cidade de Diamantina/MG. De acordo com o fotógrafo mineiro e o poeta paraense, a ideia é realizar, assim que possível, uma exposição fotográfica para que o público possa testemunhar como se deu o processo criativo, bem como as obras entrarão no mercado.

Para sanar dúvidas e/ou obter informações detalhadas sobre tamanhos de obras, material e valores entre em contato pelo telefone – Wpp: (38)99873-4453.

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Prof. Dr. Sebastião Gusmão: O OVO DA SERPENTE

Brutus, na tragédia Julio César, de Shakespeare, ao ver a frágil República Romana ameaçada por César, exorta: “Consideremo-lo ovo de serpente que, chocado, por natureza, se tornará nocivo. Assim, matemo-lo, enquanto está na casca”. Em 1977, Ingmar Bergman usou a mesma metáfora em seu magnífico filme O Ovo da Serpente (ambientado na Berlim de 1923, durante a República de Weimar) para realizar uma profunda reflexão sobre as origens do nazismo.

Como demonstram a peça teatral de Shakespeare e o filme de Bergman, a história está repleta de períodos em que o ódio obscurece a razão, levando um povo a compactuar com regimes totalitários. A chocadeira apropriada do ovo da serpente totalitária é a depressão econômica, desemprego, insegurança, instabilidade política, corrupção e crise moral. Tudo isso leva ao medo e à esperança, formando a matéria prima dos líderes carismáticos, messiânicos. Desta chocadeira eclodiu, na primeira metade do século 20, a serpente do totalitarismo (fascismo, nazismo e comunismo) que envenenou o mundo, causando a morte de milhares durante a Segunda Guerra Mundial.

Hitler e Stalin (pertencentes a extremos políticos opostos, aliados de conveniência e depois inimigos em guerra), em poucos anos, transformaram a destruída Alemanha e a atrasada Rússia em superpotências. Se tivessem parado por aí, seriam considerados grandes estadistas. Porém eles traziam consigo o ovo da serpente, o veneno da loucura. Este veneno está na mente dos líderes totalitários.

Albert Camus, escritor e filósofo francês, combateu os totalitarismos nazista e stalinista. E quando um jornalista perguntou se ele era de direita ou de esquerda, respondeu: quando a direita está certa sou de direita, quando a esquerda está certa sou de esquerda. Entre os extremos, à direita ou à esquerda, a história mostra que a verdade está na democracia, na liberdade. Não existe paraíso em ditaduras de direita ou de esquerda. A democracia não garante o paraíso na terra, mas impede que o inferno se instale. Ela é o único sistema politico que, apesar de suas falhas estruturais, torna possível a liberdade dentro de nossa limitada condição humana. Mas essa liberdade é conquistada, exige conhecimento. Eva foi sábia quando trocou o paraíso pelo conhecimento, pela liberdade, ao optar por comer o fruto da árvore do conhecimento. É melhor ser livre, dono do próprio destino, do que ser servo em um paraíso. A primeira mulher nos gerou livres e ávidos de conhecimento, o que possibilitou nossa humanização e a cultura.

Como admoesta Boétie, tanto o conhecimento e a liberdade quanto a servidão e a ignorância fazem parte de nossa natureza. Nossa ignorância, muitas vezes, não nos permite reconhecer nossos preconceitos e intolerâncias, o réptil dentro de nós que está tentando romper a casca do ovo. Afinal, sem o conhecimento, a cultura, o homem é apenas um pobre animal, mamífero descendente de réptil.

Hoje ouvimos vozes arrogantes afirmarem que o regime militar que durou duas décadas foi um momento glorioso de nossa história. Este período de falta de liberdade gerou um enorme vazio cultural que destruiu o pensamento criador e politico de uma geração, cujas desastrosas consequências persistem até hoje. Querer reviver o regime militar seria transformar o passado em coveiro do presente, ignorando a história.

A principal arma do totalitarismo é a propaganda, que elege o inimigo responsável pela desgraça atual e oferece um paraíso imaginário. E, quando ao desastre sócio econômico se associa o analfabetismo funcional, torna-se fácil aceitar paraísos terrestres e extraterrestres. Em nossa Era da Informação, a difusão infinita de conteúdos manipulados, associada à falta de reflexão, leva à disseminação do obscurantismo, colocando em risco a democracia. A dinâmica dos algoritmos das redes sociais coloca em contato apenas aqueles se afinam entre si, formando seitas de servos voluntários de um só pensamento, de uma só verdade, ou seja, constituindo-se em grupos de ignorância. Como afirma Umberto Eco, as redes sociais deram direito à palavra a uma legião de imbecis.

No Brasil atual, há ameaças de um regime autoritário, mas faltam as condições históricas que propiciaram a ditadura instalada em 1964. Na época havia a guerra fria, o medo do comunismo, e uma corrente militar anti-Jango devido às medidas presidenciais desastrosas. Hoje, a sociedade civil, o parlamento, o judiciário e os militares estão menos favoráveis à instalação de um regime autoritário. Mas o preço da liberdade é a eterna vigilância, pois a democracia pode sofrer perdas progressivas até chegar ao limite do totalitarismo, e mesmo ultrapassar este limite, como demostra a história contemporânea. Como adverte Brecht, isso é possível devido o silêncio cúmplice dos bons permitir o ecoar do grito dos maus. O seguro é opor-se ao envenenamento da democracia, manter a serpente dentro do ovo.

Entre nós, o mal está em gestação. Como afirma Vergerus, personagem do filme O Ovo da Serpente: “Qualquer um poderá ver o que nos espera no futuro. É como o ovo da serpente. Através das finas membranas, pode-se claramente discernir o réptil já perfeitamente formado”. O ovo da serpente está sendo incubado pelo analfabetismo funcional, pela intolerância e pelo fanatismo para gerar a serpente do totalitarismo com seu veneno mortal para a democracia. Da ignorância da história e da política só sai desgraça. Do ovo de serpente só sai serpente. Eliminemos o ovo enquanto ainda é tempo.

 

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Aperam BioEnergia promove ações de prevenção a incêndios no Vale do Jequitinhonha

Incêndios florestais dobraram de janeiro a maio em Minas Gerais, segundo Corpo de Bombeiros

 

Embora a alta incidência de incêndios seja de julho a setembro, o número de ocorrências florestais aumentou em quase 50% nos cinco primeiros meses deste ano, se comparados ao mesmo período de 2020, de acordo com dados do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. Em média, foram 39 queimadas por dia, enquanto no ano passado, a corporação registrou 20. O crescimento das ocorrências chama atenção para as ações de conscientização e prevenção necessárias, em todo o estado.

Comprometida com este assunto, anualmente a Aperam BioEnergia realiza, no mês de julho, a Semana Integrada de Prevenção a Incêndios (SIPIN) no Vale do Jequitinhonha. Neste ano, durante o evento, a empresa promoveu em parceria com as principais rádios da região, um Concurso de Frases com a temática sobre prevenção e combate a incêndios e preservação do meio ambiente. Como resultado, a empresa recebeu mais de 350 frases enviadas por moradores das cidades de Capelinha, Itamarandiba, Minas Novas, Turmalina, Veredinha e entorno. 

“O nosso objetivo com essa campanha é conscientizar o maior número possível de pessoas. Por isso, as atividades da SIPIN são pensadas para envolver a comunidade de diferentes formas para que juntos possamos preservar as riquezas do Jequitinhonha, especialmente as pessoas que vivem aqui, além da fauna, flora e a biodiversidade presentes na região”, explica Edimar Cardoso, diretor de operações da Aperam BioEnergia.

Na última quinta-feira (16/07), foi transmitido também um webinar com representantes da Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF) e do Instituto Estadual de Florestas (IEF), aberto à comunidade e também à imprensa local. Quem acompanhou, teve a oportunidade de fazer perguntas aos convidados sobre a prevenção e combate aos incêndios.

Na oportunidade, foram anunciados os vencedores do Concurso de Frases. Cada município onde a Aperam BioEnergia atua teve um ganhador, que foi premiado com um smartphone. Em Capelinha, a ganhadora foi Anália Ferreira dos Santos. Em Itamarandiba: Clarice Vieira Rocha; em Minas Novas, Karla Gomes Rocha. Já em Turmalina foi o Wiliomar Alves Ribeiro e em Veredinha, a ganhadora da melhor frase do Concurso foi Karol Heloísa Cordeiro Santos. 

Curso de brigadista

Como parte da programação, a Aperam BioEnergia, por meio da Fundação Aperam Acesita, realizou entre os dias 13 e 16 deste mês, o Curso de Brigadista nas cidades de Itamarandiba, Minas Novas, Turmalina e Veredinha. A capacitação foi realizada em quatro turmas, contemplando 49 participantes.

“Levar esse tipo de informação à comunidade é uma forma de prevenção e proteção, na tentativa de diminuir os prejuízos naturais e materiais que um incêndio pode trazer”, pontua o presidente da Fundação Aperam Acesita, Venilson Vitorino.

O curso visou capacitar e treinar pessoas das comunidades focando no combate aos incêndios, à prestação de primeiros socorros e em orientações sobre como atuar em caso de acidentes.

Vicente de Paulo Cordeiro é diretor na escola Escola Municipal João Corujas, distrito de Mendonça, na cidade de Veredinha. Segundo ele, a capacitação veio ao encontro de uma necessidade, para além da sala de aula, saber o que fazer, caso algum acidente aconteça. “Minha posição como educador pede de mim essa sabedoria de saber agir diante de uma situação adversa, como de um incêndio. Avalio como excelente essa iniciativa da Aperam BioEnergia de trazer informações como essa para a nossa comunidade”, relata. 

Sendo uma atividade ocupada majoritariamente por homens, o curso também se estendeu às mulheres, como foi o caso da presidente da Associação de Setúbal, na cidade de Itamarandiba, Vanete Pereira Gonçalves Souza, que integrou uma das turmas. “Trabalho em uma zona rural, onde cenas com fogo são comuns. Ingressei na turma sem nenhuma experiência e saí com uma bagagem enorme de aprendizado”, destaca.

Estrutura

Em toda a área da Aperam BioEnergia, há torres de vigilância equipadas com câmeras de alta resolução em pontos estratégicos para cobrir toda a área. A empresa também possui o Disque Denúncia 0800 030 5540, onde a população pode entrar em contato para que o time de plantonistas avalie e detecte focos de incêndios.

 

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