Belezas da Terra
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Poema, Sessenta mil almas, por Evanildo Coelho

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Sessenta mil almas

 

 

Sessenta mil almas
Sessenta mil correntes
Que ainda sangram
As peles negras...
Sessenta mil gemidos
De corações desolados
Clamando justiça.
Almas escondidas
Amotinadas nas velhas
Vielas e casarões...
Alheia a tudo,a sociedade
Segue sua derradeira história
Pagando seus pecados
Com uma indulgência descabida.
Esquece dos sessenta mil
Rancores destilados
Aos seus herdeiros
E usurpadores de seus legados...
Eis que no início da ladeira
Aponta um bravo cavaleiro!
Não era um negro,nem um mulato
Muito menos um capitão do mato!
Era o verbo da justiça
Empunhando a espada
Das palavras e purificando
O velho tijuco,
Acalmando assim o sangue
E agonia dos inocentes De uma era
Da cidade Diamantina.

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Nova espécie de sapo é descoberta no Parque Estadual da Serra Negra, Município de Itamarandiba

Uma nova espécie de anfíbio acaba de ser descoberta no Parque Estadual da Serra Negra, localizado a 33 km de Itamarandiba, no Vale do Jequitinhonha. A espécie foi encontrada enquanto pesquisadores buscavam por novas populações do sapinho da bromélia, Crossodactylodes Itambe, que haviam sido descobertos no Parque Estadual Pico do Itambé, em 2011.

A busca foi guiada pela pesquisa de doutorado de Izabela Barata, bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) na University of Kent, na Inglaterra, e pesquisadora do Instituto Biotrópicos.

Após a descoberta da nova espécie do Pico do Itambé, o gerente do Serra Negra, Wanderlei Pimenta, fez um convite à pesquisadora para que ela também visitasse a reserva ambiental, uma vez que o parque possui altitude e bromélias semelhantes às do Pico do Itambé.

“Como o Serra Negra tem uma vegetação bastante parecida com a da região onde foi encontrado o Crossodactylodes Itambe achei que uma visita à unidade poderia ajudar na pesquisa e fiquei muito feliz quando descobriram uma nova espécie no nosso parque”, diz Pimenta.

O gerente destaca também a importância da unidade de conservação para a preservação da biodiversidade do seu entorno. “Apesar da intensa atividade de silvicultora na região, a unidade possui um ecossistema ainda bastante preservado, com grande domínio de Mata Atlântica e uma pequena porção de Cerrado. Essa transição entre dois biomas também favorece a diversidade das espécies”, ressalta.

Quando os pesquisadores coletaram as primeiras amostras dos sapinhos acharam que se tratava de uma população de Crossodactylodes Itambe, mas análises de DNA confirmaram que na verdade foi encontrada uma nova espécie do gênero Crossodactylodes. Atualmente, duas pesquisas científicas estão sendo desenvolvidas no Parque Estadual da Serra Negra.

A espécie foi encontrada no topo de montanha, isolada dos demais fragmentos florestais. A área onde ocorre é coberta por Mata Atlântica e as bromélias estão localizadas dentro da mata, crescendo no solo e também nas árvores.

Os sapinhos do gênero Crossodactylodes são raros, vivem em bromélias e têm distribuição restrita em áreas montanhosas da Mata Atlântica.

As espécies de Crossodactylodes são ameaçadas de extinção. Para validar o registro da descoberta, os pesquisadores irão trabalhar na descrição da nova espécie e escolher seu nome.

Educação Ambiental

Além do trabalho científico, a doutoranda Izabela coordena o projeto de educação ambiental do Instituto Biotrópicos, chamado Salvem os Sapos.

“Esse trabalho leva as crianças para perto da natureza, mais especificamente, dos sapinhos. Nos últimos anos tenho desenvolvido um trabalho com a comunidade de entorno do Pico do Itambé. Os pequenos passam o dia na sede da unidade, e a gente conversa sobre mitos e verdades sobre os sapos, e eles tiram dúvidas e aprendem curiosidades sobre a espécie”, conta Izabela.

Durante as atividades as crianças também têm a oportunidade de conhecer os sapinhos de perto, acompanhar o desenvolvimento dos girinos e fazer trabalhos artísticos, como pintura de quadros e camisetas, tudo com a temática sapos.

“Faço isso porque existe um grande preconceito em tornos desses animais e, mesmo morando próximo de um parque, as pessoas estão muito distantes da biodiversidade local. Sem conhecimento não sabemos apreciar, e se não apreciamos não nos importamos em preservar”, acrescenta a pesquisadora.

Parque Estadual da Serra Negra

A unidade de conservação foi criada com o objetivo, entre outros, de proteger a grande quantidade de nascentes nela existentes, considerada de vital importância para as regiões do Alto Médio Jequitinhonha, conhecida por seu problema de escassez hídrica.

O parque faz parte da Bacia do Rio Jequitinhonha e está inserido na Cadeia do Espinhaço, dominando a paisagem local com seu relevo montanhoso e aparência escura, quando vista contra o sol. Deve-se a este fator o nome da Serra e do próprio Parque.

A reserva ambiental está incluída nos domínios da Mata Atlântica. Em locais de difícil acesso e em algumas baixadas podem ser observados grandes fragmentos da imponente vegetação que, originalmente, dominava a região.

A região da Serra Negra possui importância vital para as regiões do Alto e Médio Jequitinhonha, pois inclui inúmeras nascentes de cursos d'água, vertentes para a bacia do Rio Jequitinhonha, Rio Araçuaí e alguns tributários do Rio Doce.

Ao longo das nascentes, dos córregos e dos rios, que banham a serra, ainda podem ser observadas matas de galeria e remanescentes florestais importantes para a manutenção da fauna e flora locais.

A cobertura vegetal nativa é composta, além de Mata Atlântica, por Cerrado e campos rupestres. Podem ser identificados no local espécies de ingá-branco, pau-d’óleo, pau-d’arco, braúna, vinhático, vinheiro, sucupira, canela de ema, velózias, orquídeas e várias espécies endêmicas das famílias melastomataceae, eriocaulaceae, poaceae (gramíneas), dentre outras.

Algumas pesquisas realizadas no parque comprovam o alto endemismo para grupos de samambaias, orquídeas e velozias. Integram ainda a cobertura vegetal nativa as matas de galeria que se encontram em bom estado de conservação.

A fauna é bastante diversificada, podendo citar a ocorrência de alguns exemplares de animais raros na região e até ameaçados de extinção tais como o lobo guará, o guigor, obarbado ou guariba, a suçuarana, o catitu e a jaguatirica, bem como se observam também a presença de paca, capivara, quati, tatu, roedores diversos, veado, teiú e várias espécies de avifauna.

Visitação

As visitas ao Parque devem ser agendadas previamente junto à administração.

Horário de funcionamento: 8h30 às 17h30 (domingo a domingo).

Fonte:agenciaminas

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Poema Título no final..., por Evanildo Coelho

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Eu te amo.

Não me pergunte quem sou:

Sou aquele que lhe faz dormir

(...tranquilo)

Que lhe faz amar seu amor

(...incansavelmente...)

Que te eleva na glória,

Mas que lhe causa repulsas

ao ilícito.

Que lhe faz abominar a

vaidade

E ao egocentrismo.

Eu sou aquele que lhe cativa

O sorriso inocente.

Sou eu que; quanto encosta a

Cabeça em um travesseiro

Lhe faz suspirar o seu

espírito.

Não se esqueça de mim

“Nenhum segundo”...

Eu te amo!

 

EU SOU

A SUA CONSCIÊCIA

 

Evanildo Coelho

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Projeto de Sonhos: DEUS AMA QUEM DOA COM ALEGRIA

Conhecendo a realidade da nossa comunidade e preocupados com a situação de vulnerabilidade que muitas famílias vivem, o Projeto de Sonhos tem se empenhado para ampliar suas ações. Seu objetivo maior é levar esperança e um pouco de alegria para aquelas famílias que dadas as condições em que vivem e/ou situações que enfrentam parecem não perceberem mais o brilho da vida.

Preocupados com muitas famílias que não disponham de suprimentos e roupas adequadas para enfrentar o rigoroso inverno que assolou nossa região nos últimos meses, certos de que Deus nos concederá bênçãos cada vez maiores, no mês de julho o Projeto de Sonhosintensificou suas ações e distribuiucobertores, agasalhos e cestas básicas na cidade de Itamarandiba e nas comunidades rurais Pau Arrancado e Socorro. Estas comunidades foram beneficiadas, pois tivemos informação de muitas famílias em situação de pobreza que vivem nelas.

Nossas ações só foram possíveis graças à ajuda dos nossos parceiros, destacamos a parceria com a Prefeitura Municipal de Itamarandiba, mais especificamente com a Secretaria de Assistência Social, que reconheceu a importância do trabalho desenvolvido pelo Projeto de Sonhos e abraçou a causa.

É com imensa alegria que o Projeto de Sonhos atua na região, sempre contando com os parceiros que já contribuem e buscando novas parcerias, sendo assim, convidamos você para fazer parte dessa obra e sentir a alegria de fazer o bem. Venha ser nosso parceiro, você pode contribuir doando: Alimentos, roupas, moveis, eletrodomésticos (novos ou usados), ou até mesmo doando um pouco do seu tempo, doando um olhar fraterno, um abraço carinhoso, enfim, tudo aquilo que seu coração sentir que pode ajudar quem necessita será muito bem vindo.

Por Juliana Rabelo e Nilberto Gonçalves

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Camila Santiago de Frei Lagonegro é a musa do jornal O Vale Hoje

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Camila Santiago de Frei Lagonegro é a musa do jornal O Vale Hoje. Veja a baixo fatos da bela morena. 

Idade:        17 anos
Altura: 1,62 m
Peso:   58 Kg  
Cintura:    60 cm
Busto: 88 cm
Quadril:     81 Cm 

 

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João Gusmão, desde 1967 atende a todos de Itamarandiba e região em sua loja Selaria Mexicana

João Gusmão da Silva, ou simplesmente “João Gusmão”, como é popularmente conhecido na cidade de Itamarandiba, se tornou uma figura marcante, principalmente pela sua participação no comércio local. Nascido em 7/8/1939, e natural da cidade de Coluna (Jácome), mudou-se para o distrito de Santa Luzia com a sua família ainda durante a sua infância, lugar onde morou até o ano de 1966. No fim deste ano mudou-se para Itamarandiba, desta vez, junto de sua esposa Maria Madalena dos Santos Gusmão.

Chegando a Itamarandiba, decidiu ingressar no ramo dos serviços com couro, abrindo então a Selaria Mexicana. A ideia veio por ver a oportunidade de seguir nesse negócio, já que havia aprendido a trabalhar com o couro enquanto ainda morava em Santa Luzia, com a ajuda de um homem chamado José Ficiano, que já trabalhava nesta área.

Desde 1967 o senhor João Gusmão atende os seus clientes em sua selaria, e estando há tantos anos no comércio local acabou presenciando a transformação que o mesmo sofreu. “A forma de negociar mudou muito. Antes eram mais encomendas do que hoje, até mesmo pelo número de animais que havia na época.”, disse o senhor João Gusmão.

No início do seu negócio, houveram grandes dificuldades, principalmente na hora de conseguir material para a confecção das peças. A matéria-prima era comprada na cidade de Governador Valadares e nessa época o caminho até lá era por “estrada de chão”, o que dificultava ainda mais a tarefa. Somente dois anos depois da Selaria ser inaugurada é que João Gusmão conseguiu comprar um jipe, que facilitou muito a compra dos materiais que até então eram comprados com o auxílio de sua bicicleta e no lombo de animais.

Por manter o mesmo negócio em atividade durante tantos anos, João Gusmão se destaca como um grande empreendedor, principalmente nos tempos atuais onde muitos negócios acabam tendo uma vida curta e são obrigados a fechar as suas portas.

O comércio tem que ser mantido. Tem altos e baixos, um ano é bom e o outro não, mas nós sempre nos recuperamos. Outra coisa é não fazer dívidas que possam comprometer o seu negócio e procurar ser correto com os seus fornecedores para ter o nome limpo na praça. Também respeitar os clientes, e fica aqui o meu eterno agradecimento a todos os amigos que ao longo desses anos nos prestigiaram, o meu muito obrigado!”, disse o Sr. João Gusmão.

 

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